Decisão de arquitetura

Agentes especialistas ou canais?

Para a AIF·BR, a melhor escolha inicial é reduzir fricção: um agente central que entende o contexto do canal.

volume ainda incerto risco controlável experiência mais simples
Opção A

Vários agentes especializados

  • +Contexto mais limpoCada agente tem função, memória e ferramentas próprias.
  • +Permissão mais controladaBom para dados sensíveis, CRM, financeiro ou operações.
  • +Escala melhor depoisQuando já existe volume claro por área.
Custo oculto

Especializar cedo demais

  • Mais manutençãoPrompts, regras, memória, testes e governança multiplicam.
  • Mais decisão para o usuárioA pessoa precisa saber qual agente chamar antes de perguntar.
  • Risco de respostas divergentesAgentes diferentes podem orientar caminhos diferentes.
Opção B

Um agente separado por canais

  • +Mais simples para a comunidadeA regra vira: marque o agente no canal certo.
  • +Melhor para MVPVocê descobre onde existe demanda real antes de especializar.
  • +Experiência coesaUma voz, uma lógica e uma forma de orientar.
Atenção

O risco do agente único

  • Pode ficar genéricoPrecisa de regras claras por canal.
  • Permissões exigem cuidadoNão dê acesso amplo a ferramentas sensíveis sem necessidade.
  • Workflow complexo pede separaçãoQuando virar processo operacional, nasce um agente dedicado.
Fase 1

Agente central

Um assistente da comunidade, com tom e regras consistentes. Menos atrito para quem pergunta.

Fase 2

Canais como contexto

#conteudo, #vendas, #operacoes, #prompts e #cases guiam a resposta sem fragmentar a experiência.

Fase 3

Especializar por evidência

Crie agentes próprios quando houver volume, ferramenta específica, permissão sensível ou risco operacional.

critério final

Se muda só o assunto, mantenha um agente. Se muda permissão, ferramenta, processo ou risco, crie um especialista.